quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Livro lista 5 principais arrependimentos de pessoas prestes a morrer

Enfermeira australiana relatou experiências com pacientes terminais e diz que aprendeu que não se deve acumular frustrações



Uma enfermeira australiana lançou um livro com uma lista de cinco principais arrependimentos de pessoas que estão prestes a morrer.
Bronnie Ware, que é especialista em cuidados paliativos e doentes terminais, afirma que reuniu em seu livro 'confissões honestas e francas de pessoas em seus leitos de morte', confissões que, segundo ela, mudaram sua vida.

'Encontrei uma lista grande de arrependimentos, mas, no livro, me concentrei nos cinco mais comuns', disse a autora à BBC.
'O principal arrependimento de muitas pessoas é o de não ter tido coragem de fazer o que realmente queriam e não o que outros esperavam que fizessem', acrescentou.

'Outro arrependimento comum é de não terem trabalhado um pouco menos, o que fez com que perdessem muitas coisas em suas vidas', disse Ware.
O livro de Ware, intitulado The Top Five Regrets of the Dying - A Life Transformed by the Dearly Departing ('Os Cinco Maiores Arrependimentos à Beira da Morte', em tradução livre) relata as experiências da autora durante anos de trabalho em cuidados de doentes terminais.

Os pacientes de Ware, geralmente, eram pessoas que já não tinham chances de recuperação e podiam morrer a qualquer momento.

A enfermeira afirma que isto permitiu que ela compartilhasse com estes pacientes 'momentos incrivelmente especiais porque passei com eles as últimas três a doze semanas de suas vidas'.

Texto viral
Ware conta que a ideia para o livro surgiu depois que um artigo que publicou em seu blog transformou-se em um texto viral, espalhando-se pela web.
'As pessoas amadurecem muito quando precisam enfrentar a própria mortalidade', afirmou.

'Cada pessoa experimenta uma série de emoções, como é esperado, que inclui negação, medo, arrependimento, mais negação e, em algum momento, aceitação.'

A enfermeira garante que cada um dos pacientes que tratou 'encontrou sua paz antes de partir'.
Ware disse à BBC que, durante os anos em que trabalhou com estes pacientes, percebeu também que muitos se arrependiam de não terem tido 'coragem para expressar seus sentimentos'.

'E isso se aplica tanto aos sentimentos positivos quanto aos negativos.'
'Muitos diziam: 'queria ter tido coragem de falar que não gostava de uma coisa', ou então que queriam ter tido coragem de falar às pessoas o que realmente sentiam por elas', afirmou.

Amigos
Bronnie Ware também destacou outro arrependimento que notou entre seus pacientes: o de ter perdido o contato com os amigos.
A enfermeira afirmou que os amigos são importantes no fim da vida, uma vez que os parentes que acompanham um doente terminal também enfrentam muita dor.

Uma pessoa no leito de morte, segundo Ware, sente falta dos amigos, mas, muitas vezes, a perda de contato ao longo dos anos impede um reencontro.
A enfermeira também chama a atenção para o fato de que as pessoas se arrependem do que não fizeram. Na maioria dos casos observados por ela, as pessoas não pareciam se arrepender de algo que tinham feito.

A autora afirma que espera que seu livro 'ajude as pessoas a agir hoje e a não deixar as coisas para amanhã e se arrepender depois'.
Fonte: Globo.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Pesquisa revela poder da energia liberada pelas mãos

Energia liberada pelas mãos consegue curar malefícios, afirma pesquisa da USP


A missionária Marta Brisa transmite as técnicas de Johrei em Ana Paula Politi
(Foto: Lucas Mamede/Da Gazeta de Ribeirão)


Energia liberada pelas mãos consegue curar malefícios, afirma pesquisa da USP

Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”. 

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp. 

Segundo o cientista, durante seu mestrado foram investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou. 

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou. 

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.” 

Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress. 
O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

COMO CONVIVER COM PESSOAS TÓXICAS E SAIR LEVE DESSES ENCONTROS

As pessoas tóxicas na qual me refiro são pessoas ,negativas, críticas de mal com a vida, acho esses termos pesados demais,por isso as chamo de PESSOAS TÒXICAS....
Elas estão toxicadas,pela sua arrogância, pela sua maledicência enfim, o texto explica o que é uma pessoa Tóxica!
As pessoas tóxicas jogam jogos para roubar a energia que você tem de utilizar para realizar seus sonhos e metas, assim como para viver em harmonia consigo mesmo e com os demais tirando a paz, que é sua por direito, de experienciar e viver.

As pessoas tóxicas, não sabem que são tóxicas - estão doentes e adoeçem aos demais, porem não tem consciência de seu grau de toxicidade.

As pessoas tóxicas falam o tempo todo, não valorizam o silêncio, a meditação, a oração - não podem faze-lo porque, como tóxicos, necessitam desesperadamente da energia que você proporciona para que suas vidas possam ter algum sentido e, se você joga o jogo, elas se energizam às suas custas e você cairá completamente desfalecido devido a um intercâmbio energético completamente inadequado e inútil, para a evolução e crescimento pessoal de todos os envolvidos.

Você saberá se está com pessoas tóxicas quando a conversa se baseia em desqualificar, criticar, aberta ou sutilmente, as pessoas presentes ou ausentes, de tal forma a minar a autoestima e o valor da pessoa, pelo menos para o conceito e forma de ver a vida do outro que, obviamente, nao coincide de maneira alguma com a sua visão.

As pessoas tóxicas não gostam de aprender através dos demais já que, para eles, não há nada que precisem assimilar; em suas mentes pensam que são os outros que tem de aprender com elas, mesmo quando vivem vidas miseráveis.

As pessoas tóxicas querem harmonia, felicidade, prosperidade e saúde, discutindo, provocando conflitos, falando da infelicidade que as circunstâncias externas provocam em suas vidas, da escassez, da morte, da obscuridade, sem entender que existe apenas um caminho para a evolução pessoal que é através da luz, da boa vontade e do reconhecimento humilde dos erros cometidos para que possam ser corrigidos, dentre outras coisas...

Todos convivemos com pessoas tóxicas, e analisar o grau de toxicidade que nós temos em nossos modelos mentais e de comportamento interpessoal, na maioria das vezes, isto constitui um ponto cego.... é compreender que não temos consciência de que estamos de alguma outra forma contaminados.

Porém, é muito fácil para você saber se está contaminado, observando os sintomas da enfermidade espiritual:

- Perca da paz interior

- Discussões acaloradas fora de todo contexto racional e das boas maneiras.

- Incômodos físicos, dores de cabeça, dores musculares, dores de estômago, enfim, qualquer dor em seu corpo está indicando a desconexão da fonte adequada de energia e a conexão à uma fonte altamente tóxica para sua saúde.

Existem tipos distintos de pessoas tóxicas e graus de toxicidade:

- Os Intimidadores: são as pessoas que discutem, sempre querem ter razão, ameaçam, ofendem verbalmente e, no pior dos casos, partem para a agressão física.

- Os Distantes: te ignoram, te transformam numa pessoa absolutamente invisível, você simplesmente não existe. E, através de uma atitude maquiavélicamente premeditada, te faz sentir um zero à esquerda. Essa é a idéia: roubar sua atenção e energia.

- Os interrogadores: são os críticos audazes disfarçados no que, na atualidade, se denomina "crítica construtiva" porém, no fundo, são habilidosos em destruir pouco a pouco através de um questionamento incessante sobre sua conduta, atos e maneira de ser para roubar sua energia e fazer com que perca o valioso tempo para onde se deve focar na realização de suas metas e objetivos importantes, fazendo com que pareçam irrelevantes, quando realmente não são.

- Os "Pobre de mim..." (vítima) - São aqueles que desde que chegam a um encontro ou reunião, nao fazem outra coisa a não ser se lamentar de uma situação pessoal, ou do país, das condições do clima, da economia, dos pobres, dos ricos, do que seja! A idéia, neste caso, é fazer com que você se sinta culpado com sua felicidade e que não se importa com a realidade alheia ( a deles...). Demonstram um estado mental de pobreza e insegurança, impotência diante da vida e das circunstâncias, que não são capazes de assumir em sua totalidade, buscando atenção e carinho, deixando o ouvinte completa e absolutamente sem energia para desfrutar, viver e compartilhar de maneira natural, através de uma troca saudável, construtiva e edificante.

A forma que temos para sair vitoriosos desses encontros tóxicos, é estarmos preparados mentalmente para entender, e compreender, quais são os jogos que estão, ou estamos, jogando e decidir se participaremos ou não.

Assim, cairemos, ou não, em tentação com suas terríveis consequências.

Temos de entender que nossa paz é assunto nosso e não dos demais, que para discutir é preciso duas pessoas e que, no pior dos casos, se sentir que caiu involutariamente em algum jogo, tomar consciência e sair dele o mais rápido possível com a finalidade de melhorar sua energia e a qualidade do encontro, assim como pedir desculpas, ou perdão, diante de algum impropério ou imprudência, se faz preciso para agir com base na boa conduta e costumes de pessoas civilizadas em uma comunidade que quer prosseguir crescendo e evoluindo em conjunto e fazer dos encontros momentos especiais para a vida e para a boa recordação de momentos compartilhados.

             Liudmila Carla Pinheiro




quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Pessoas felizes tem melhor saúde e vivem mais

Experimentos com humanos descobriram que o bom humor reduz os hormônios relacionados ao estresse.



Uma revisão de mais de 160 estudos com seres humanos e animais encontrou "provas claras e convincentes" que pessoas felizes tendem a viver mais e ter melhor saúde do que seus pares infelizes.



Segundo o autor do estudo, professor emérito depsicologia Ed Diener, que também é cientista sênior da Organização Gallup, da Universidade de Princeton, NJ, foram revisados oito diferentes tipos de estudos e a conclusão geral de cada tipo de estudo é que a saúde e a longevidade são influenciadas por nosso estado de humor. Um estudo que acompanhou cerca de 5.000 estudantes universitários por mais de 40 anos, por exemplo, descobriu que aqueles que foram mais pessimistas quando estudantes tendiam a morrer mais jovem do que seus pares. Um estudo de prazo mais longo acompanhou 180 freiras católicas do início da idade adulta até a velhice e descobriu que aquelas que escreveram autobiografias positivas aos 20 anos de idade tendem a viver mais do que aquelas que escreveram relatos mais negativos de sua juventude.


Houve algumas exceções, mas a maioria dos estudos de longo prazo que os pesquisadores revisaram constatou que a ansiedade, depressão, falta de prazer nas atividades diárias e pessimismo estavam todos associados com taxas mais elevadas de doença e uma vida mais curta.


Estudos com animais também demonstram uma forte ligação entre estresse e saúde deficiente. Experimentos com animais que recebem o mesmo cuidado, mas diferem em seus níveis de estresse (como resultado de superpopulação nas gaiolas, por exemplo) concluíram que animais estressados são mais suscetíveis à doença cardíaca, têm sistema imunológico mais fraco e tendem a morrer mais jovens do que aqueles que vivem em gaiolas menos lotadas.
Experimentos com humanos descobriram que o bom humor reduz os hormônios relacionados ao estresse, aumenta a função imunológica e promove a rápida recuperação do coração após o esforço. Em outros estudos, conflitos conjugais e hostilidade elevada entre casais foram associados com cicatrização lenta e pior resposta imune.


Embora a felicidade não possa por si só prevenir ou curar uma doença, as evidências de que emoções positivas e satisfação com a vida contribuem para uma melhor saúde e longevidade são mais fortes que os dados que relacionam a obesidade à longevidade reduzida, disse Diener. Ainda segundo Diener, a felicidade não é nenhuma solução mágica, mas a evidência é clara e convincente e muda suas chances de contrair doenças ou morrer jovem. Embora existam alguns estudos que encontram efeitos opostos, a esmagadora maioria dos estudos suporta a conclusão de que a felicidade está associada à saúde e à longevidade.


Segundo o autor, as recomendações atuais em relação à saúde focam quatro pontos: evitar a obesidade, comer corretamente, não fumar, e fazer exercício físico. Talvez seja hora de acrescentar "ser feliz e evitar a raiva crônica e a depressão à lista.

Fonte: emedix.uol.com.br

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Você sente gratidão por quem e pelo quê?

É bastante comum nos pegarmos pedindo algo, não é verdade? Mesmo que não seja um pedido direto a alguém, mesmo que seja internamente: quero uma vida assim, um(a) namorado(a) daquele jeito, um carro com tal e tal acessório, uma nova oportunidade, uma relação de amizade que me proporcione tais sensações, um emprego em que as coisas funcionem assim...
E a lista vai seguindo... E com que regularidade você se vê agradecendo?
Neste 6 de janeiro, Dia da Gratidão, para ir acordando este sentimento aí dentro, lhe proponho algumas questões para reflexão:
  • Para você, o que significa gratidão?
  • Que imagem lhe vem à mente quando pensa na palavra gratidão?
  • A quem e ao que você é grato(a)?
  • Qual é a melhor lembrança que você tem em relação a esse tema?
Em primeiro lugar, é bom diferenciar gratidão de servidão, de compromisso eterno e de outras ideias errôneas que acabam trazendo mais peso do que leveza. Essa palavra, sim, é que se aproxima melhor da sensação de gratidão: leveza. É um calorzinho bom dentro do peito, uma sensação agradável que faz os olhos brilharem e o sorriso se abrir naturalmente.
A gratidão não tem hora certa nem protocolo a seguir. Aliás, tem hora certa, sim: agora!
Podemos acessar a gratidão ao ver que o sol está nascendo ou ao sentir seu calor suave tocando nossa pele ao final da tarde. Ela pode brotar ao receber uma mensagem carinhosa de alguém especial, alguém que é especial simplesmente por ser quem é e não por ter realizado "grandes feitos". As pessoas que nós amamos despertam esse sentimento bom e pronto, e podemos ser gratos por isso. Gratidão que pode ser relembrada em situações em que nos superamos, em que fizemos da queda um passo de dança, como diz o poeta. Podemos ser gratos pelos mestres que cruzaram nosso caminho, pelos gestos de amizade que aquecem nosso coração, pela confiança que depositaram em nós em qualquer âmbito e em qualquer momento da vida, pelas estradas que percorremos, por aquela flor que caiu da árvore diante de nós num dia de solidão e que nos fez ver aquele momento com outros olhos.
Um valor para a vida
Vejo a gratidão como algo que vai além de um sentimento, ela pode considerada um valor. Ela pode figurar entre valores como honestidade, gentileza, respeito, companheirismo.
E o que é um valor? Um valor é aquilo que sustenta e norteia as nossas ações. São aquelas coisas em que acreditamos e que nos fazem agir como agimos. Ter a gratidão como um valor significa uma mudança profunda na nossa experiência, nos faz ter um olhar diferenciado para reconhecer a beleza de cada momento. Ter a gratidão como um valor para a vida nos faz ter um maior interesse por tudo que nos cerca, nos faz assumir um compromisso radical com a felicidade. Essa tão procurada felicidade nada mais é do que estarmos enraizados no agora, é aquela vivência essencial de estarmos ligados ao Todo, de termos uma relação profunda com a vida. Ela nasce da gratidão que nos ancora e nos faz perceber a riqueza que há em tudo que nos propomos a observar de coração.
Aproveito esse momento para agradecer a você, por se propor a ler e sentir essas palavras que estou compartilhando aqui. E você, ao que pode ser grato agora mesmo? Alimente esse valor em sua vida. Alimente o seu gosto por ser feliz a cada instante, pelo que o instante apresenta, pelo que você é.

Sobre o autor

JULIANA GARCIA

Coach, psicodramatista, facilitadora de grupos e escritora. Trabalha em projetos terapêuticos e sociais como facilitadora de grupos de mulheres em Belo Horizonte e outras cidades. Saiba mais »

Post original em :

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Objetivos para 2012

Quando se chega a esta época do ano, depois do natal, começamos a rever o que foi feito no ano que termina, reavaliamos nossa vida e daí em seguida a gente começa a olhar o ano que vem chegando, se perguntado como vai ser? O que gostaria que acontecesse? E entre expectativas e avaliações do que se foi, começamos a planejar o ano vindouro, aquele velho hábito de rever os planos que não conseguimos colocar em prática, mas que todo ano nós renovamos a promessa de que esse ano vai!
Nesse post coloco algumas dicas sobre como realizar objetivos para o próximo ano, não encerra o assunto todo, são algumas dicas apenas, mas como nada que acontece é por acaso sei que poderá servir de um tipo de insight para algumas pessoas, assim como foi para mim.
Antes de começar a falar sobre essas dicas quero falar um pouco sobre o que as previsões para a humanidade para o próximo ano tem falado. Minha amiga Rosa Maria Pacini resume bem o que tenho lido a respeito e por isso transcrevo o que ele me passou: "2012 não será um ano fácil para quem insistir em manter velhos e desgastados padrões mentais, emocionais e comportamentais, mas para quem estiver, não só aberto(a) às mudanças, porém sobretudo disposto(a) a cooperar para que elas se manifestem, ainda que apenas através de sintonias vibracionais positivas, não há o que temer, muito pelo contrário." Portanto pessoal : Ação!!!!!
Agora falando sobre as dicas quero dizer também, que muito do que se promete ao longo do ano vai perdendo força e foco, penso que é melhor ter apenas um objetivo e concretizá lo do que ter muitos e não realizar nenhum, bom falei demais vamos à elas:
1. Tenha seu propósito bem definido, dever ser bem claro para você, então se pergunte o que pretende fazer realmente de concreto?
2. seu objetivo não deverá nunca prejudicar alguém, se houver possibilidade de isso acontecer desista imediatamente, sabemos que tudo que fazemos às pessoas e ao Universo teremos inevitavelmente de volta para nós;
3.Para que seu objetivo se torne realidade tem que se ter um forte motivo para que se pretenda alcançá-lo;
4.Esse objetivo deverá ser muito importante para você, você deve ter um desejo forte para que ele se realize;
5.Acreditar sempre, fé sempre para que se torne realidade, dizem que acreditar no que se vê não é ter fé, fé é acreditar no que não se vê;
6.Descreva os passos e os meios para a concretização desse seu objetivo, e sempre corrija o rumo se necessário, lembre-se: atrasos e obstáculos poderão existir, mas o foco e o rumo tem sempre que estar em sua mente;
7. Visualize como será sua vida após realizado, quem estará presente? Tente sentir antecipadamente a emoção do momento da realização, e do pós realização, veja em detalhes e permita-se sentir cada pormenor desse momento;
8. Escreva em um papel, aliás recomendo que tenha um caderninho de realizações, anote um a um, dizem que 80%  do que escrevemos acontece, então escreva!!!
9.Você tem que ter um compromisso contigo mesmo, tenha em mente que tudo que acontecer de obstáculo ou desvio de alguma forma sempre te levará à concretização dos seus objetivos, aqui eu lembro daquele ditado popular "Deus escreve certo por linhas tortas!" então nunca desista,comprometa-se a realizar, independente do que acontecer;

Hoje dia 28/12/2011 estarei realizando um workshop sobre Como utilizar o poder do amor para realizar seus objetivos, será ás 19:00 e será gratuito basta acessar o link abaixo no horário previsto:

http://vidalivre.listen2myradio.com/

Desejo a todos um ano de 2012 com muita paz, saúde, luz e realizações!!!!!

Meu email de contato: eliasreis.eft@live.com

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mecanismos de defesa do Ego

Mecanismos de defesa do Ego

Mecanismos de defesa do Ego
Nessa página colocaremos algumas referências da psicologia e psiquiatria sobre os mecanismos do Ego.
Do ponto de vista da reforma íntima, conhecer esses mecanismos de defesa do Ego é muito importante para não confundirmos qualidades com defesas.
Se aprendermos que as emoções e instintos são perigosos ou danosos,  nossa tendência é reprimir, negar ou racionalizar.  Isto não significa que  estamos amadurecendo ou transformando esses aspectos.
Confundimos repressão (mecanismo de defesa) com resolução, sublimação (mecanismo de defesa) com sublimação real e espiritual, negação (mecanismo de defesa) com renuncia, superação, perdão, elevação.
Qualidades não podem ser auto-impostas e sim cultivadas e desenvolvidas, é comum ao forçarmos qualidades conscientemente, entrarmos em defesa inconsciente do ego.
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Os mecanismos de defesa podem ser considerados as ações psicológicas que têm por finalidade, reduzir qualquer manifestação que pode colocar em perigo a integridade do Ego, pois o indivíduo não consegue lidar com situações que por algum motivo considere ameaçadoras. São processos subconscientes ou mesmo inconscientes que permitem a mente encontrar uma solução para conflitos não resolvidos ao nível da consciência. A base dos mecanismos de defesa são as angústias. Quanto mais angustiados estivermos, mais fortes os mecanismos de defesa ficam ativados.
Nota: Como podemos ver, os mecanismos de defesa do Ego são necessários, mas como são inconscientes, não sabemos quando estamos atuando a partir deles. Dessa forma, eles tendem a ser prejudiciais, já que ao nos “proteger” cria outros problemas. Esta proteção que na infância era útil em função de nossa imaturidade psicológica, no adulto traz desequilíbrios, pois perdemos contato conosco (self) e com a nossa realidade interna, ficamos desta maneira, afastados de nossa verdadeira natureza. Eles nos protegem de algumas dores, mas provocam outras, muitas vezes mais complexas. Hoje como adultos podemos lidar com certas dores, que quando crianças, não conseguíamos. Evitar a dor é confortável, no entanto, ao ocultar temos muitos prejuízos, pois impedimos o acesso a nós mesmos. Vamos criando novas dores todos os dias, pelas nossas reações induzidas, pelos nossos aspectos psicológicos ainda imaturos e por nossas imperfeições.
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Os principais mecanismos de defesa são os seguintes:
1. Repressão – retirada de idéias, afetos ou desejos perturbadores da consciência, pressionando-os para o inconsciente.
Nota: Este é o principal mecanismo usado em todas as religiões, inclusive no meio espírita. Toda vez que descubro que alguma coisa é “errada” em mim e não sei como lidar, a tendência natural é reprimir. Contenho aquela tendência dentro de mim, procuro pensar em outra coisa, me exijo ser bom e ter retos pensamentos. Tirar uma tendência do foco, não é ter resolvido. É muito comum a repressão nos deixar polidos no meio social, mas não sustentarmos muitas vezes esse comportamento em casa. Normalmente o que reprimimos surge no sonhos, de formas inesperadas através de nossos lapsos na fala (ato falho) ou em comportamentos que não controlamos. Muitas repressões também escoam no nosso corpo gerando somatizações.
Reprimir não é errado, mas ineficiente como agente de transformação. Ele é um auxiliar importante para vivermos socialmente, mas não para crescermos interiormente.
Lidando com a defesa: Procure conhecer mais sobre seus sentimentos,  suas emoções, tendências, características e imperfeições. Busque mais, entender que criticar ou julgar, busque as origens destas características, informe-se. Tudo o que desconhecemos, tememos.
Eduque o que não está de acordo com o que escolhe vivenciar ou viver, mas não reprima simplesmente, pois você só dará mais força a esse aspecto do seu ser.
2. Formação reativa – fixação de uma idéia, afeto ou desejo na consciência, opostos ao impulso inconsciente temido.
Nota: É quando reagimos ou agimos oposto ao que seria nossa tendência interna. Quando além de reprimir, tendemos a exagerar no extremo oposto para não nos denunciarmos, ou para não darmos vazão a tendências nossas. Esse mecanismo pode ser útil para não nos complicarmos em nossas ações, mas como não há como mantermos essa pressão interna muito tempo, tendemos a nos descontrolarmos de forma inesperada, fazendo as vezes mais estragos do que gostaríamos. Não agimos, mas reagimos quando já agüentamos mais. Ex: Uma pessoa extremamente intolerante se comporta como se fosse uma pessoa doce e afável, encobrindo dessa forma, seu verdadeiro impulso, no caso, a intolerância e a impaciência. De alguma forma as pessoas percebem o que está por baixo desse comportamento, somente a própria pessoa não tem essa percepção.
Lidando com a defesa: Busque se conhecer mais e educar o que você percebe ameaçador no seu comportamento ou no seu intimo. Tudo pode ser transformado.
3. Projeção – sentimentos próprios indesejáveis são atribuídos a outras pessoas.
Nota: Esse também é um mecanismo de defesa extremamente comum no meio religioso e também no meio espírita. Projetamos não só sentimentos, mas qualidades, imperfeições etc.
Enxergamos com exatidão as falhas do outro, percebemos inclusive os detalhes, mas não percebemos muitas vezes, que temos características, comportamentos ou imperfeições muito semelhantes aos outros. Na projeção, olho no outro para não ter que olhar em mim.
Na projeção eu atribuo ao outro culpa por tudo que acontece comigo, me transformo vítima do outro e do mundo, não assumo com isso nenhuma responsabilidade. Culpo a esposa, o marido, os filhos, os parentes, os pais, o chefe, os colegas, os políticos, os governantes, inclusive aos espíritos e a Deus.
Lidando com a defesa: Toda vez que fico muito incomodado com o comportamento, fala, atitude de alguém é uma dica que tem algo ai para aprender. Se assumo ao menos uma parte da responsabilidade, se estou sempre atento a olhar minha parte em todas as circunstâncias, se estou aberto para admitir e reconhecer também minhas falhas e imperfeições, provavelmente não precisarei projetar no outro.
4. Regressão – retorno a formas de gratificação de fases anteriores, devido aos conflitos que surgem em estágios posteriores do desenvolvimento.
Nota: É um mecanismo de defesa comum em nossos relacionamentos. Quando somos flagrados em alguma falha, quando as coisas não vão bem, quando estamos fragilizados, quando somos reprimidos, criticados ou julgados, as vezes entramos na vitima, na criança interna. Ficamos regredidos a uma fase bem infantil, ficamos confusos, chorosos, birrentos, inseguros,  reativos e algumas vezes, até agressivos.
Lidando com a defesa: Quando possível, nesses momentos, precisamos nos recolher, acolher, nos dar colo, buscar amigos e pessoas amadas para estarmos perto, não para nos lastimar porque reforçaríamos a regressão, mas para termos calor humano e presença afetiva. Precisamos também  lembrar que não somos mais crianças e que é necessário acolhe-la, para que não tome todo o palco de nossa consciência. Podemos ficar no adulto, sentindo ao mesmo tempo a fragilidade da criança interior e acolher para não atuá-la.
5. Racionalização – substituição do verdadeiro, porém assustador, motivo do comportamento por uma explicação razoável e segura.
Nota: Quando explicamos, justificamos ou damos desculpas para não lidarmos com nossas emoções e incômodos estamos racionalizando.
Quanto mais entendemos, sem trabalhar ou amadurecer nossas emoções, mais estaremos propensos a racionalizar, imaginando com isso que estamos nos superando.
Este mecanismo de defesa é particularmente comum no meio espírita.  A Doutrina espírita é uma doutrina racional, pois usa de explicações e entendimentos racionais. Racionalizar não é o mesmo que racionalização (mecanismo de defesa do ego). Racionalizar ou raciocinar é ato nobre do psiquismo que nos leva a compreensão e o discernimento, é a bússola do ser. Racionalização, no entanto é fuga de si mesmo, através de desculpas e justificações inúmeras, para não se auto enfrentar e não fazer a reforma íntima.
Lidando com a defesa: Procure sentir além de entender. Principalmente se você tem facilidades intelectivas, é comum se defender pela racionalização e argumentos. Treinar o sentir nos conecta com outra bússola preciosa, a intuição. Razão sem intuição abre campo para a racionalização. Toda vez que alguém o criticar ou julgar, escute apenas, não se defenda. Pergunte-se: Considere que 10% do que essa pessoa me diz seja verdade, qual seria essa verdade? O que posso aprender para ir além do que sou através do que essa pessoa me diz?
6. Negação – recusa consciente para perceber fatos perturbadores. Retira do indivíduo não só a percepção necessária para lidar com os desafios externos, mas também a capacidade de valer-se de estratégias de sobrevivência adequadas.
Nota: A negação é um dos mecanismos de defesa mais comuns. Quando negamos perdemos o contato com o incomodo, mas obviamente não o resolvemos. Dessa maneira acumulamos coisas não resolvidas, até que  em algum momento venha à tona de uma forma inesperada e muitas vezes dolorosa.
Fazemos de conta que tudo está bem e que nada nos incomoda, nos sentimos até evoluídos por essa façanha, não nos afetamos com nada.  É como estivéssemos acima de tudo, das provocações, criticas, reações emocionais do outro e julgamentos, dessa forma nos sentimos inatingíveis. Isso pode não ser evolução ou elevação, mas negação, algo ainda mais grave que repressão.
Lidando com a defesa: É uma das defesas mais difíceis de lidar, pois estamos muito longe da verdade, cobrindo tudo com um véu para afastar tudo aquilo que possa nos causar dor. Suspeite sempre que mesmo achando que você esteja bem, que não tenha problema algum, se as pessoas o evitam, se percebe uma solidão mesmo na presença de outros, se as pessoas frequentemente comentam sobre seu distanciamento ou alheamento, é possível que utilize a negação como forte mecanismo de defesa. Fique atento ao que diz as pessoas mais próximas de você, normalmente são as que mais nos conhece. A negação é um dos mecanismo que mais nos coloca acima do outro, dando a impressão que somos mais evoluídos espiritualmente, mas na verdade só estamos evitando o sofrimento por nossa extrema fragilidade. Portanto, para enfrentarmos a negação, precisamos acolher nosso temor interno e ir na direção daquilo que nos causa dor, só dessa forma poderemos nos transformar verdadeiramente e sair do engano, que só atrasa nossa verdadeira evolução.
7. Deslocamento – redirecionamento de um impulso para um alvo substituto.
Nota: É quando contemos nossos impulsos e reações emocionais para não macular nossa imagem de boa pessoa e deslocamos esses impulso para pessoas, objetos ou animais. Usualmente descarregamos nos filhos, esposa, marido, familiares, funcionários, animais de estimação, cadeiras, portas, etc
8. Anulação – através de uma ação, busca-se o cancelamento da experiência prévia e desagradável.
Nota: Anulação é a tentativa de esquecer, ou anular uma experiência ruim. Algumas pessoas que não conseguem perdoar verdadeiramente costumam anular o outro, matando- o  dentro de si. Anular não é resolver esse passado ruim ou a nossa dificuldade com o outro, estamos somente isolando dentro de nós o incômodo, que ainda vai continuar lá nos perturbando. Tudo que não é resolvido em nosso psiquismo vem à tona com o tempo através de dores inúmeras e de distúrbios psicológicos e psiquiátricos diversos.
Lidando com a defesa: A melhor forma de lidarmos com essa tendência, um pouco semelhante à negação (mecanismo de defesa de ego), é enfrentarmos as nossas dificuldades e o que nos incomoda. Enfrentar  é admitir a dificuldade em questão, aceitar sem crítica e acolher nossa humanidade imperfeita e falha. Posteriormente reconhecer e validar as nossas emoções relacionadas ao evento. E por fim, se nos sentirmos em condições, esclarecer, resolver, se posicionar, se expor no que se fizer necessário, colocar limites, sempre em sintonia com o nosso Eu superior.
9. Introjeção – estreitamente relacionada com a identificação, visa resolver alguma dificuldade emocional do indivíduo, ao tomar para a própria personalidade certas características de outras pessoas.
Nota: Quando buscamos características dos outros para compensar o não acesso as nossas próprias qualidades. Nos relacionamentos esse mecanismo é muito comum, pois buscamos nos completar através do outro, precisamos sempre estar atento que precisamos desenvolver essas características em nós mesmos. O outro serve apenas para nos lembrar que temos todas essas qualidades que por algum motivo estão adormecidas.
10. Sublimação – parte da energia investida nos impulsos sexuais é direcionada à consecução de realizações socialmente aceitáveis (p.ex. artísticas ou científicas).
Nota: Numa ampliação de conceitos, sublimação, pode ser também abrir mão de algo humano por algo “elevado”. A sublimação de um individuo maduro espiritualmente, significa abrir mão de algo bom por algo muito melhor, uma troca do menor para o maior, por ex: quando ajudo ao próximo e isso me dá um prazer real e não um sentimento de frustração  por ter me privado de lazer num determinado dia, então estou na sublimação espiritual, se faço o mesmo movimento, mas motivado pelo dever, obrigação ou por achar certo espiritualmente, ainda estou dando a partir de algo que ainda não possuo, nesse caso estou no mecanismos de defesa da sublimação (num conceito ampliado).  É abrir mão de algo bom por algo ainda não alcançável para a realidade espiritual do individuo.
Lidando com a defesa: Uma prática bastante útil para evitarmos a sublimação, como mecanismo de defesa, é definirmos melhor quem realmente somos. Conhecendo e aceitando as nossas limitações pessoais, não exigimos o que não damos conta ou o que ainda não alcançamos. Mais importante em “estar certos” ou “parecer certos” é sermos verdadeiros conosco mesmo e sempre que possível com o outro. Ser verdadeiros é admitirmos nossas imperfeições humanas e nos aceitarmos no ponto de evolução em que nos encontramos, sem querer ou exigir estar além.
Foi colocado em negrito os mais importantes
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Outros mecanismos de defesas comuns
Fuga – Ocorre durante um período difícil, uma situação aversiva em que a pessoa sente uma necessidade muito grande de remover, sair do incômodo que causa a situação atual. Dormir, devaneios, drogas, hiperatividade, etc.
Nota: Muito comum em situações ou fases difíceis, quando estamos insatisfeitos com a vida ou quando acessamos o vazio deixado pela auto alienação de nosso self (Eu verdadeiro), nessas três situações, é muito comum devanear ou fugir. Fazemos isso de diversas formas, dormindo excessivamente, sonhando acordado evitando ação e construção da realidade, drogas, álcool, jogos, internet, trabalhando comendo, comprando, praticando sexo e fazendo exercícios de uma forma exagerada, tudo isso para não entrarmos em contato conosco mesmos e nossos incômodos.
Lidando com a defesa: Quando nos sentirmos assim, frenéticos, inquietos, ansiosos, insatisfeitos ou impacientes usando desses vários recursos, vale sempre perguntarmos: O que esta por baixo disso tudo? O que estou tentando evitar com tanta sofreguidão? Será que não seria melhor enfrentar a dor do que amortecê-la?
Evitação ou esquiva – O indivíduo não está presente, se esquiva das situações. Na presença de um estímulo que tenha sido emparelhado seguidamente por outro estímulo aversivo, a pessoa, a fim de se evitar o estímulo aversivo, volta seu comportamento em direção oposta. Ou seja, o objetivo de um determinado ato e, consequentemente, sua explicação aparente, é fornecido numa proposição das conseqüências aversivas ou indesejáveis que teriam ocorrido se não fossem evitadas pelo ato. As crenças errôneas e superstições estão enquadradas no mecanismo de defesa de esquiva.
Nota: Evitamos o que nos é desagradável e nos faz acessar a memórias de experiências incomodas, que evoca sentimentos e emoções perturbadoras. Evitamos confrontar aquilo que nos faz sofrer, o que muitas vezes complica e agrava o sofrimento. Na infância provavelmente não tínhamos recursos para esse enfrentamento, mas como adultos, estamos mais preparados. A evitação também é utilizada para nos afastar de experiências que associamos a situações traumáticas vividas, nesse caso é uma proteção psíquica,  também não resolve e não descongela a emoção associada a memória traumática, nesses casos o individuo preciso procurar ajuda profissional.
Lidando com a defesa: Nos casos mais simples, de cunho mais psicológico que psiquiátrico, a melhor forma de fazê-lo é buscar enfrentar o que se evita de forma progressiva e gradual de acordo com o estado de prontidão para isso. Na “evitação” estou me privando de não desenvolver habilidades e aptidões para o enfrentamento do problemas.
Generalização
O indivíduo coloca no coletivo suas questões internas.
Nota: Para não termos que lidar com nossas imperfeições generalizamos esse ponto nas outras pessoas para torná-la mais leve e assim não sofro com minha própria imperfeição, por ex: quando me percebo desonesto, então digo que todo mundo é desonesto e dessa forma abrando minha própria desonestidade e não faço a mudança necessária. Outra forma de generalização muito comum, é que aprendemos a usar desde crianças, por ex, quando nos sentimos traídos por um genitor, podemos “generalizar” dizendo que todos os homens, todas as mulheres ou todas as autoridades irão me trair, dessa forma fica mais fácil controlar a vida e evitar sofrer novamente. Outra forma é quando admitimos algumas falhas genéricas (sou egoísta, orgulhoso…) não assumimos nossas falhas individuais e dessa forma não temos que nos enfrentar e transformar.
Lidando com a defesa: Sendo o mais especifico que pudermos, nomeando, evidenciando, sobretudo para nós mesmos todas as nossas falhas, limitações e imperfeições.
Somatização
Dor psíquica e emocional crônica que chega ao físico. Podem ser doenças ou sintomas isolados.
Nota: Um recurso extremo, muito comum, é quando inconscientemente após muitas tentativas de lidarmos com algo perturbador no psiquismo, somatizamos, o que significa dirigir o desequilíbrio para o corpo. É claro que é uma ação inconsciente. Alguns pessoas em especial somatizam como um recurso usual e corriqueiro para lidar com as ameaças ao ego.
Lidando com a defesa: Uma das emoções mais somatizadas no corpo é a raiva. Devo sempre me perguntar: que raiva é essa que não estou conseguindo lidar?
A tensão crônica é também outra fonte geradora de somatizações, importa também aclararmos as causas dessa tensão para então resolve-las, se possível.

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