quinta-feira, 19 de julho de 2012

Como modificar seu cérebro por vontade própria

Será que o vício em cigarro acontece exclusivamente por dependência química à nicotina?


Como modificar seu cérebro por vontade própria
Como modificar seu cérebro por vontade própria
Será que o vício em cigarro acontece exclusivamente por dependência química à nicotina? Ou é o cérebro quem se acostuma a responder com relaxamento e bem-estar ao ato de jogar fumaça para dentro dos pulmões?

Uma neurologista norte-americana, Charlotte Tomaino, se dedicou a investigar a segunda opção: como o cérebro pode ser “moldado”, ao longo dos anos, devido à repetição de hábitos de vida?

Como resultado de mais de 30 anos de extensas pesquisas neste campo, escreveu o livro “Awakening the brain” (expressão em inglês para “acordando o cérebro”, embora ainda não haja uma versão em português da obra), no qual explora a maneira como podemos manipular, até certo ponto, a forma como nosso cérebro funciona. É a neuroplasticidade.

Massa de modelar
A neurologista explica que o funcionamento interior de cérebro, com trilhões de conexões neurais, está em constante mudança. Obviamente, não controlamos a maior parte dessas alterações: o cérebro age “por si mesmo”.

Mas Charlotte explica que podemos impor nós mesmos um limite ao livre arbítrio do cérebro, e programá-lo para trabalhar de determinada forma em várias situações. O método para forjar o cérebro é simples: repetição das mesmas atitudes que resultem na mesma resposta corporal, ou seja, criar hábitos.

Colocando em termos práticos: por que é tão difícil seguir adiante com aquele entusiasmo inicial de fazer exercícios na academia diariamente? A neuroplasticidade explica.

Como o cérebro de um sedentário não está acostumado às alterações corporais decorrentes da atividade, ele precisa ser moldado. Durante este período, a pessoa determinada a não largar a academia precisa de força redobrada, até ser lapidada mentalmente.

Quando isso acontece, os papéis se invertem: fazer exercícios se torna um vício, tal como o cigarro, e o corpo fica incomodado justamente se não se movimentar. O cérebro, nesse ponto, já se acostumou a usufruir os benefícios da liberação de endorfina no corpo, e responde conforme esta necessidade. Desta forma, a neuroplasticidade é válida para vícios bons e ruins.

Oito ou oitenta
O cérebro é um órgão que se atualiza mais constantemente do que imaginamos. Sempre é tempo de adquirir um novo hábito (que pode exigir mais ou menos força de vontade) e incluir este procedimento na “lista de tarefas” do cérebro.

Da mesma forma que pode-se moldar, contudo, pode-se “desmoldar” conforme você o programa. Da mesma forma que se adquire um novo hábito, pode-se perder. Utilizando mais uma vez o exemplo do exercício físico: não adianta você ter sido um atleta regular até os 25 anos de idade. Se tiver caído no sedentarismo logo depois, vai sofrer como alguém que jamais se exercitou se quiser voltar à ativa depois dos cinquenta.

Nossa mente tende sempre a descartar gradativamente (até chegar ao zero) tudo aquilo que não está sendo usado, e fica apenas com o que é corrente, atual. Assim, o cérebro de um sedentário de 50 anos mal vai “lembrar” da época em que aquele corpo estava em forma. Mais um exemplo de como a neuroplasticidade atua para o bem e para o mal.

Fonte: hypescience.com

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Somos programados para acreditar em Deus? Desde a infância, somos condicionados a acreditar que todas as coisas têm um propósito fixo

Algumas habilidades humanas, tais como a música, são tratadas como dons: alguns parecem “ter nascido para a música”. No entanto, tarefas como andar e falar são comuns a todas as pessoas saudáveis, todos fomos “nascidos para andar” ou para falar. Será que é possível incluir a tendência de crer em Deus em um destes dois grupos? Acreditar em uma divindade é algo que vem naturalmente com o ser humano ou não?

Um autor norte-americano, Justin Barrett, acredita que sim. Ao analisar pesquisas antropológicas de várias universidades americanas, ele defende que quase todos nós nascemos naturalmente “crentes em Deus”.

Isso significa que, usando a lógica do andar ou falar, estamos naturalizados com a religião e a crença tão logo ela nos é apresentada, ainda na primeira infância. Seria uma tendência incluída na mente desde o nascimento.

Um estudo psicológico com bebês de 9 meses de idade, conduzido pela Universidade Emory (Atlanta, EUA), fez experimentos cognitivos. Os pesquisadores observaram que o cérebro das crianças, para entender o mundo, faz associações a partir de “agentes” (qualquer fator de ação ao seu redor, não necessariamente uma pessoa), e de como podem interagir com eles.
Naturalmente, os bebês sabem que tais agentes têm uma finalidade, ainda que seja desconhecida, e que os agentes podem existir mesmo que não possam ser vistos (é por isso, por exemplo, que filhotes de animais buscam se proteger de predadores mesmo que não os tenham visto).

Essa tendência, segundo o autor, facilita que se acredite em Deus. Não nos causa estranheza atribuir determinados fenômenos a um ente desconhecido: nosso cérebro pode lidar com isso sem problemas.

Outra pesquisa, da Universidade Calvin, em Grand Rapids (Michigan, EUA) vai ainda além: não apenas temos naturalidade com a ideia de um agente invisível, como somos diretamente propensos a este pensamento. Além disso, tais tendências não desaparecem na infância, se prolongando pela vida adulta na maioria dos casos.

Desde a infância, somos condicionados a acreditar que todas as coisas têm um propósito fixo. Uma terceira faculdade americana, Universidade de Boston (Massachussets, EUA), estudou crianças de 5 anos que visitavam um zoológico e olhavam para a jaula dos tigres.

Os pesquisadores descobriram que as crianças são mais propensas a acreditar que “os tigres foram feitos para andar, comer e serem vistos no zoológico”, do que “ainda que possam comer, andar e serem vistos, não é para isso que foram feitos”.

Temos dificuldade em não saber a razão da existência de algo, por isso recorremos a divindades. Este ente superior, por deter uma resposta que o ser humano não pode descobrir, recebe naturalmente atribuições de onisciência, onipresença e imortalidade, pois nosso cérebro tende a depositar todo o universo desconhecido em tal entidade.
O autor ainda lança uma pergunta: se Deus é aceito pelas crianças em um mecanismo de atribuição do desconhecido, semelhante ao Papai Noel ou a Fada do Dente, porque as crenças nestes últimos morrem com a infância e a ideia de Deus tende a permanecer na vida adulta?

Isso se explica, segundo ele, porque a imagem de Deus é mais poderosa. Papai Noel sabe apenas que deve te entregar um presente no dia 25 se você se comportou, e a Fada verifica apenas se você escondeu o dente debaixo do travesseiro.

Deus, ao contrário – e desde sempre somos levados a acreditar nisso -, sabe não apenas tudo o que você faz, mas também todos os outros seres do mundo e do universo. É por isso que algumas pessoas só passam a crer em Deus depois de mais velhas, mas ninguém retoma na vida adulta uma crença no Papai Noel: isso é algo restrito ao imaginário infantil.


Fonte: hypescience.com

Estudo: familiares e amigos podem influenciar peso e humor A família e os amigos têm papel importante no humor e no aumento de peso

Cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriram que os amigos e os familiares têm um papel essencial no peso e no humor de cada pessoa. O estudo foi publicado no periódico Harvard Men¿s Health Watch de dezembro.


Cientistas de Harvard e da Universidade da Califórnia estudaram mais de 12 mil pessoas entre 1971 e 2003 e descobriram que se um membro da família se tornasse obeso durante o estudo, as chances de outro parente engordar era de 40%. Entre os cônjuges, a chance de um engordar caso o outro o fizesse era de 37% e, entre amigos, a taxa aumentou para 57%.


A conclusão dos pesquisadores foi de que as influências sociais alteram a percepção do que é aceitável no grupo. Assim, se um homem vê seu amigo engordar ao longo do tempo, ele vai aceitar o ganho de peso como algo natural, mesmo que evitável.
Já o estudo sobre o humor, levou em consideração a análise de mais de 53 mil pessoas entre os anos de 1983 e 2003 e constatou que a felicidade pode se espalhar de forma diversa e ampla entre o ciclo social.


Para os estudiosos, se um cônjuge ficasse feliz, a chance de seu par se alegrar aumenta em 8%. Entre irmãos, a taxa é de 14% e a felicidade parece percorrer até três graus de separação, passando de amigo para amigo.


As pesquisas contribuiram para que os médicos descobrissem os benefícios da rede social natural, que podem transmitir sentimentos, hábitos saudáveis, atitudes peositivas e escolhas espertas de estilo de vida, melhorando a saúde pública.
Fonte: terra.com.br

terça-feira, 3 de abril de 2012

Um grande vilão em sua vida: o medo!

      Após um certo tempo para cá venho percebendo e verificando que as pessoas tem feito muito de suas vidas uma vida normatizada e padronizada por regras que outros impõem como absolutas. Quando você aceita e passa a colocar como princípio ou regra em sua vida o que os outros, como por exemplo, a mídia, seus colegas de trabalho, seus familiares, seus amigos e etc. ditam, você passa a viver uma vida que não é sua, mas a dos outros, em geral isso acontece por que se usa para que esse controle seja efetivo um dos maiores vilões: o medo!!!
       Quando você passa a ter medo de perder emprego, de não ter dinheiro suficiente para viver a vida que a sociedade considera como um bom padrão, quando você deixa de seguir seus sonhos e aptidões, quando você compra o carro que todo mundo  deseja, quando você não é autêntico, quando você dá ouvidos ao que os mais próximos de você dizem que você deveria fazer isso ou aquilo e não segue seu coração(intuição), enfim quando você deixa de viver a sua vida para viver a vida que os outros querem, você está vibrando no medo, pois tem medo de não ser amado, de não ser popular, de não ser aceito por causa de suas escolhas, medo de fracassar, medo de ser infeliz, medo, medo e medo.
         Muitas vezes as pessoas sonham com uma vida completamente diferente do que tem atualmente, e passam-se anos e até mesmo a vida inteira e não fazem nada para sair daquilo e viver seus sonhos, por que tem medo de sair do conforto até então conquistado e o custo benefício para elas é alto demais, elas já tem uma vida razoavelmente satisfatória então se perguntam se vale a pena viver um sonho se já tem o suficiente. Será verdade que é o suficiente que elas tem? Será verdade que isso as completa? Qual o verdadeiro sentido da vida? Não seria viver uma vida plena? Ou se tem que necessariamente sofrer para se ter alguma coisa boa em seguida?
           Acredito que viemos viver uma missão e acredito também que essa missão ela é gloriosa e bem aventurada, desde que nos disponhamos a viver em evolução contínua, mas isso só é possível se "arregaçarmos as mangas" e passarmos a viver uma vida de busca e de entendimento do verdadeiro sentido de viver sua própria vida segundo seus próprios critérios e verdades, mesmo que não seja padrão para a sociedade, e o que mais impede isso é o medo.
          Somos acostumados a viver sobre padrões que depois de um certo tempo de amadurecimento passamos a perceber que são padrões que nos fazem vibrar no medo e nos impedem de viver uma vida plena.
           Para que você possa se libertar desses padrões de medo e controle temos uma excelente ferramenta de libertação que é a EFT Terapia de Libertação Emocional, com ela conseguimos tirar os bloqueios emocionais que ditam nossos comportamentos e reações perante a vida, nos deixando livres para viver uma vida plena, venha fazer parte do time das pessoas realmente realizadas e livres, entre em contato e marque sua sessão de EFT, solicite maiores informações pelo email: eliasreis.eft@live.com e vamos juntos construir uma vida melhor e um mundo melhor, pois somente seres humanos livres e bem realizados podem fazer um mundo melhor do que temos atualmente.
        

quinta-feira, 22 de março de 2012

Por que seu ego é seu pior inimigo

Poucas coisas são tão prejudicais para relacionamentos e carreira como o ego. Ele impede que vejamos potencial nos outros, faz com que as pessoas evitem cada vez mais nossa companhia e deixa um rastro de amargura e ressentimento.

Muitas pessoas acreditam que chegaram onde estão sozinhas e sem a ajuda de ninguém. Outras atribuem toda a fonte de seus fracassos aos colegas ou inimigos, como se os únicos responsáveis pelo seu futuro fossem os outros. Ambas estão redondamente enganadas e perdidas dentro de si mesmas.

Diferentes pesquisas já comprovaram que, na maioria das vezes, aprendemos mais com nossos erros do que com o sucesso. Se seu ego está no caminho, sua aprendizagem é mínima e você perder inúmeras oportunidades de amadurecimento.

Na vida profissional, o ego é um matador de carreiras. Pessoas inteligentíssimas e capacitadas ficam para trás porque não sabem enxergar a si mesmas além dessas características. O que todos precisamos aprender, com ou sem ego, é que erramos. E muito. Mas na mesma proporção e até mais, temos a oportunidade de mudar de rumo e acertar, usando nossos erros como parte da caminhada, e não como um desvio dela.

Aceite seus erros, aprenda a depender dos outros, sabendo que eles também erram e podem não concordar com suas opiniões, por mais certas que elas sejam para você.



Fonte: noticias.universia.com.br

Respiração certa acalma e até alivia a pressão

Sua cabeça está latejando. Sobram preocupações em casa, seu chefe e resolveu ter crises diárias no trabalho e aquele amor de conto-de-fadas acabou em drama mexicano. "Fiz uma massagem ótima", palpita um, tentando ajudar. "Só com terapia consigo ficar de pé", pitaca o outro. "Ginástica é a solução, deixo todos os meus problemas na esteira", intomete-se mais alguém. E, no meio de tanto zunzunzum, fica você ainda mais atordoada e sem saber como reagir. Pois não faça nada. Sim, você entendeu certo. Pare quieta e apenas respire: aí está o remédio contra a maioria dos desconfortos emocionais. "Aprendendo a controlar a respiração, damos fim em todas perturbações da mente e dos sentidos", afirma o médico David Frowley, autor de Uma visão Ayurvédica da Mente, a cura da consciência (Editora Pensamento, R$ 29).

Considerado o maior especialista ocidental em terapia ayurvédica, ele acaba de vir à América do Sul pela primeira vez e escolheu o Brasil, onde deu uma palestra, para dividir os ensinamentos sobre o sistema de cura tradicional da Índia. "Nossa energia vem, basicamente, da respiração
(...) Se o cérebro não recebe a quantidade certa de oxigênio, não temos a energia vital suficiente para nos desenvolver e mudar". A seguir, Dr. David Frawley ensina como mudanças sutis na inalação e na respiração podem contribuir no alcance e na manutenção de um estado psicológico marcado pelo bem-estar. Sopre a ansiedade para longe.

A receita é imbatível contra tremores pelo que ainda nem aconteceu, além de bastante eficaz no combate à insônia. Separe uns dez minutos do seu dia, não importa o horário - pode ser, inclusive, no pico de uma situação superestressante. Comece só prestando atenção no ritmo em que o ar entra e sai dos pulmões. Aos poucos, vá controlando este intervalo, até que ele se torne bem espaçado: tente contar até dez enquanto puxa e, depois, quando solta a respiração. Fazendo inalações mais prolongadas, você fortalece todo o seu corpo e acalma a mente. Com isso, as preocupações, por mais terríveis que sejam, acabam amenizadas, já que a energia passa a circular melhor por todo o organismo. Respirações fortes e intensas.

Contornar os sintomas depressivos com a respiração é muito simples. A falta de disposição desaparece, caso você consiga manter um ritmo mais intenso enquanto realiza as inalações e as exalações. A idéia é não apenas respirar com grande velocidade, mas com bastante vigor, puxando e soltando a máxima quantidade de ar possível a cada tentativa. Mantenha o pique por dois minutos e descanse. Repita mais duas vezes. Não se assute caso venha a sentir tonturas, a sensação é normal - e devida ao excesso de oxigênio que, de repente, passa a percorrer o organismo.


Fonte: minhavida.uol.com.br

Como montar um prato vegetariano equilibrado

Pode parecer algo sem importância para muitos, mas a preocupação com uma alimentação equilibrada vai muito além da estética, da vaidade ou da moda. Ter uma alimentação equilibrada é uma questão de cuidados com a sua saúde.
Sempre temos contato com diversas informações sobre a importância que deveríamos dar àquilo que comemos, preocupando-nos tanto com os benefícios quanto os malefícios de alguns alimentos, como por exemplo, as doenças decorrentes dos excessos e carências alimentares. Entretanto, muitas pessoas têm buscado cada vez mais esse tipo de informação, compreendendo a real necessidade de uma alimentação equilibrada e saudável.
Deve-se ter muito cuidado com as dietas milagrosas à base de shakes, comprimidos e similares. Essas opções devem ser analisadas com muito critério, pois o que em um momento pode parecer uma fórmula mágica para a “boa forma” e uma alimentação saudável, pode também, em pouco tempo, tornar-se um verdadeiro vilão da sua saúde. O caminho mais correto é o desenvolvimento de hábitos saudáveis e a reeducação alimentar, de modo que não se transforme em  um obstáculo, e sim, em um aliado à saúde e ao bem-estar.
A pergunta central é: como posso obter uma refeição equilibrada? Será que se eu simplesmente comer vegetais em todas as refeições (frutas ou verduras) estarei realmente desfrutando de uma alimentação equilibrada?
É muito importante observar e atentar para que haja, em todas as refeições, alimentos representantes de cada um dos seguintes grupos alimentares:
  • Reguladores: são os alimentos responsáveis por regularem as funções do organismo, evitando e ajudando a combater doenças, como gripes e resfriados. São compostos, basicamente, por vitaminas, fibras e sais minerais. Exemplos: frutas, legumes e verduras.
  • Energéticos: são os alimentos compostos por carboidratos, fornecendo energia e calor; funcionam como combustível para o corpo. Exemplos: cereais, arroz, batata, milho, mandioca e seus derivados (polvilho, araruta), mandioquinha, além de massas e farinhas.
  • Construtores: são os alimentos compostos por proteínas, responsáveis pelo crescimento, formando o corpo, ossos, pele, dentes, unhas, cabelos, etc. Exemplos: grupo das carnes (boi, frango, peixe, porco, outros), vísceras, ovos, leite e derivados (iogurte, requeijão, queijo, outros), feijão, ervilha, soja.
Baseado em uma alimentação vegetariana, o Portal Tudo para Vegetarianos sugere o seguinte cardápio (escolha um item de cada grupo):
Desjejum
reguladores: frutas
energéticos: pão integral de centeio, trigo ou aveia; aveia, etc.
construtores: patê de tofu, maionese de soja, castanha, etc.
Almoço
reguladores: saladas cruas e legumes
energéticos: arroz integral, batata, mandioca
construtores: feijão (todos os tipos), soja, lentilha, grão de bico, etc.
Jantar
reguladores: frutas
energéticos: sopa de cereais com legumes e torradas, pão integral, granola, etc
construtores: leite de soja, amêndoas, castanha, etc.
Se hoje alguns desses alimentos não fazem parte do seu cardápio, no início pode parecer difícil segui-lo à risca, mas não entre em pânico, tente trabalhar gradativamente suas refeições, incluindo alguns dos itens sugeridos. Pesquise novos itens com as características de cada um dos grupos alimentares aqui descritos, realizando algumas substituições, e, passo a passo, você irá acostumar com as novas opções, aprenderá novas formas de preparar suas refeições com equilíbrio, e mais, passará a sentir os benefícios de um cardápio equilibrado e saudável.
Por Roger C. Oliveira 

Post original em:

http://www.tudoparavegetarianos.com.br/materias/alimentacao/como-montar-um-prato-vegetariano-equilibrado-por-roger-c-oliveira/?utm_source=1+Blog+Feeds&utm_medium=email&utm_campaign=34d893d4b1-RSS_EMAIL_CAMPAIGN